28 de novembro de 2012

Onze conselhos que a escola não ensina

"... Os onze conselhos são os seguintes: “A vida não é fácil. Acostumem-se com isto. O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil, antes de se sentir bem com você mesmo. Você não ganhará R$ 20 mil por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar o seu próprio carro e telefone. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isto: eles chamam de oportunidade. Se você fracassar não é culpa dos seus pais. Então, não lamente seus erros, aprenda com eles. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos quanto agora. Eles só ficaram assim por pagarem suas contas, lavarem suas roupas e ouvirem você dizer que eles são ‘ridículos’. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração de seus pais, tente limpar o seu próprio quarto. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas vezes precisar até acertar. Isso não se parece absolutamente nada com a vida real. Se pisar na bola, está despedido. Rua! Faça certo da primeira vez. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres, e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período. Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam ser uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você ir trabalhar para um deles.”

Descobri que a verdadeira fonte destes conselhos é creditada a um escritor americano, Charles Sykes, e que Bill Gates as utilizou em um de seus discursos. Acho que vale à pena a reflexão: será que estamos – pais, professores e alunos -, fazendo nosso dever de casa?

ALFREDO LEONARDO PENZ | professor, escritor e mestre em educação e cultura"
 

 
 
 


23 de novembro de 2012

PORTAL DA FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL: NOVO PROJETO DO ISS INCLUI SERVIÇOS, ALTERA LOCAL ...

PORTAL DA FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL: NOVO PROJETO DO ISS INCLUI SERVIÇOS, ALTERA LOCAL ...: A proposta de reformulação da Lei Complementar nº 116/2003, que trata do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), apresentada co...

NOVO PROJETO DO ISS INCLUI SERVIÇOS, ALTERA LOCAL DE INCIDÊNCIA E PÕE FIM AO REGIME FIXO




A proposta de reformulação da Lei Complementar nº 116/2003, que trata do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), apresentada conjuntamente pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf) foi transformada em projeto de lei pelo senado Romero Jucá (RR), na última quarta-feira (30).

Acolhido sem modificações pelo senador, o texto foi convertido no Projeto de Lei do Senado nº 386/2012 – Complementar, que seguirá agora para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa, onde receberá um relator.

Apresentação da proposta

As alterações na lei do ISS foram propostas pela FNP e a Abrasf no dia 18 de outubro, em reuniões realizadas com os senadores Romero Jucá e José Pimentel (CE). O documento apresentado pelas entidades apontava a mudança de alguns itens da lista de serviços e a inclusão de novas considerações.

Na ocasião, o presidente da Abrasf e secretário de Finanças de Fortaleza (CE), Alexandre Cialdini, lembrou que em 2013 a lei do ISS completará dez anos sem nunca ter sido atualizada, o que a deixava distante da realidade vivenciada pelo cenário econômico. “Infelizmente, vários municípios – ainda que estabeleça em lei a alíquota mínima de 2%, ao concederem benefícios aplicados diretamente à base de cálculo – fazem com que a alíquota efetiva do imposto fique abaixo dos 2%, o que implica na guerra fiscal entre os entes federados”, ressaltou Cialdini.

Já o presidente da FNP e prefeito de Vitória (ES), João Coser, destacou que após anos de debate, os setores envolvidos chegaram a um acordo sobre as alterações na Lei Complementar e destacou o trabalho realizado pela Abrasf. “Este é um projeto que interessa as prefeituras, o setor empresarial e a todo o país.”

As modificações propostas pelas entidades priorizam a gestão fiscal responsável, com foco na efetiva arrecadação do tributo. Segundo os presidentes da FNP e da Abrasf, as alterações são de interesse público, uma vez que resultarão no benefício de diversos segmentos. “Além de fazer uma atualização da Lei, a minuta também estabelece instrumentos que evitem a guerra fiscal entre os municípios”, observou o secretário de Finanças de São Paulo, Mauro Ricardo.
Fonte: site da FNP (Frente Nacional de Prefeitos).
COMENTÁRIO DE FRANCISCO MANGIERI: Trata-se de excelente projeto para os municípios, especialmente pelo aspecto de incremento da receita do ISS, visto que novas e rentáveis atividades são incluídas na lista de serviços, dentre as quais destacam-se "provedor de internet" e "tratamento de água e esgoto".
O local de incidência muda em situações de desrespeito à alíquota mínima de 2%, passando a ser o local do estabecimento ou domicílio do tomador e não mais do prestador.
E o ISS fixo, verdadeira aberração jurídica, desaparece do nosso ordenamento tributário.
São algumas mudanças pretendidas pelo projeto. Agora é esperar para ver se ele seguirá em frente.

fonte do comentário: www.tributomunicipal.com.br

...

ATIVIDADES/AÇÕES RELATIVAS AO DIA INTERNACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO – DIA 9 DE DEZEMBRO DE 2012

ATIVIDADES/AÇÕES RELATIVAS AO DIA INTERNACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO – DIA 9 DE DEZEMBRO DE 2012
 


PROJETO “O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?”

JOINVILLE

DIA 7.12

* “Corrupção em Debate”: Debates com autoridades, religiosos e lideranças sociais em três painéis distintos: Como contribuir para a construção de uma nova ética contra a cultura patrimonialista da corrupção? Participação especial de crianças e adolescentes. Horário: das 14h às 18h. Local: Câmara de Vereadores de Joinville;

* Lançamento da exposição “Você sabe o que tema ver com a corrupção?”. Horário: 19h. Local: Shopping Mueller, Joinville;

* Ato público “Cartão Vermelho Contra a Corrupção”. Horário: 19h30. Local: Praça de Alimentação, Shopping Mueller, Joinville;

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Shopping Mueller (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h; e Ação Mall – Intervenção: das 15h às 17h e das 20 às 22h;

DIA 8.12

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Shopping Mueller (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h; e Ação Mall – Intervenção: das 15h às 17h e das 20 às 22h;

DIA 9.12

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Shopping Mueller (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h; e Ação Mall – Intervenção: das 15h às 17h e das 20 às 22h.

FLORIANÓPOLIS

DIA 7.12

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Beiramar Shopping (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h.

DIA 8.12

* “1ª Pedalada Venceremos a Corrupção”. Local: Beiramar Norte. Concentração Koxixos. Horário:16h. Encarramento na Praça da Bandeira em frente a ALESC, 17h. Roteiro: saída do Koxixos, passando por baixo das pontes e terminando em frente a ALESC. Distribuição de cartilhas, de adesivos e de camisetas. Sorteio de bicicletas.

* “FLASH MOB”. Modelo: “O Mestre Mandou Contra a Corrupção”. Horário: 19h. Local: Praça de Alimentação, Beiramar Shopping (dia 8 de dezembro);

* Apresentações musicais com artistas: “Som e Voz Contra a Corrupção”: Teco e convidados. Local: Praça de Alimentação, Beiramar Shopping. Horário: Das 18h às 20h;

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Beiramar Shopping (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h.

DIA 9.12

* Participação da equipe de futebol "O que você tem a ver com a corrupção?" no FESTIVAL DE CONFRATERNIZAÇÃO DO AVAÍ FUTEBOL CLUBE. Local: Estádio da Ressacada. Horário: a partir das 8h30.

* Apresentações musicais com artistas: “Som e Voz Contra a Corrupção”: Ro Conceição e Gazu. Local: Praça de Alimentação, Beiramar Shopping. Horário: Das 18h às 20h;

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?” no Beiramar Shopping (dias 7, 8 e 9 de dezembro). Cancelas: das 11h às 14h e das 17h às 20h.

BRASÍLIA – DF

DIA 9.12

* “3ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção”. Local: Eixo Monumental, Torre de TV. Horário: 9h. Haverá a distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”.

BALNEÁRIO CAMBORIÚ

DIA 7.12

*11h20. “Ato Público Contra a Corrupção”, em frente ao cadeião da Rua Inglaterra. Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”;
*15h. “Ato Público Contra a Corrupção”, em frente ao prédio sede da OAB/SC. Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”;
*16h. Homenagem aos ex-Diretores da 15° subseção da OAB e posse dos novos conselheiros notáveis.

ARARANGUÁ

DIA 8.12

* “Geodésica Contra a Corrupção: Pensando pela Érica”. Horário: das 8h às 17h. Local: Calçadão, Centro;

* Distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”. Horário: das 8h às 17h. Local: Calçadão, Centro.

PORTO UNIÃO

DIA 8.12

* Também haverá a distribuição de material educativo da Campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”. Local e horário: a definir.

Obs.: As ações acima indicadas são organizadas em parceria com diversas instituições e agentes voluntários.

Grato, Affonso Ghizzo Neto - MPSC.
 

Chuva Ácida: Sendo joinvilense todo dia

Chuva Ácida: Sendo joinvilense todo dia: POR GUILHERME GASSENFERTH Há várias formas de participação popular. A mais comum hoje é a democracia representativa, como a que vive...

Há várias formas de participação popular. A mais comum hoje é a democracia representativa, como a que vivemos no Brasil, onde os cidadãos outorgam poder de representação pelo voto. A história nos demonstra que outras formas são possíveis, como protestos, democracias diretas, leis de iniciativa popular (como foi o caso da Lei da Ficha Limpa), greves e revoltas, como se pode afirmar ser o caso da Revolução Francesa. Há também formas de participação ao inverso, quando o não-fazer é intencional para causar algum resultado. Exemplos são boicotes ou políticas não-colaboracionistas, como a que Praga viu seu povo fazer diante da invasão da força militar do Pacto de Varsóvia para sufocar os interesses reformistas de Dubcek em 1968.

Trazendo esta realidade para âmbito local, Joinville acaba de passar por suas eleições municipais, que culminaram na eleição do empresário Udo Döhler para comandar a prefeitura de Joinville a partir de 01 de janeiro de 2013. Houve um fenômeno interessante nestas eleições, sobre o qual busco discorrer a seguir: a mobilização popular.

Pode ser obra do calor do momento, mas para mim parece que não houve outra eleição nos últimos anos que tenha tido tal nível de engajamento como a de 2012. O que ocorreu nas redes sociais e nas ruas foi bonito de se ver: pessoas argumentando e defendendo o voto em seus candidatos (ou o não-voto), marcando reuniões de estratégias ou participando de caminhadas ou carreatas. Punha-se à pauta discussões de propostas de candidatos, análise de coligações e até radiografias de trajetórias de alguns postulantes.

Nós temos sido apáticos à política nos últimos anos. Há vinte anos vimos centenas de milhares de estudantes e jovens saindo às ruas e pintando seus rostos para pedir o impedimento do presidente Collor. Este foi, seguramente, o último movimento popular vultoso na história do nosso país. Interessante é constatar que, mesmo diante de notícias de corrupção ainda mais graves nos governos FHC, Lula e Dilma, nós permanecemos inertes.

Assistimos ao noticiário e lemos na internet sobre denúncias de violência crescente, de corrupção impune, de educação colapsada, de Justiça lenta e ineficaz, de carga tributária sufocante, de piadas sem graça protagonizadas por políticos. E agimos como os lemingues, rumando felizes ao precipício.

Reunimos 20 mil pessoas para ver o Joinville derrotar o Criciúma na Arena, mas eu duvido muito que conseguiríamos juntar a décima parte disto para uma assembleia popular de decisão do orçamento da cidade, por exemplo. Parece que uma vez terminado o processo eleitoral, basta descolar os adesivos e embainhar os discursos e está tudo como dantes no quartel de Abrantes. Soa como se nosso dever de cidadãos tenha acabado no dia 28 de outubro às 17h.

Não, meus caros cidadãos! É agora que começa nosso trabalho! Fiscalizar, cobrar, reivindicar, reclamar, discutir, participar, conhecer: são verbos que são indissociáveis do exercício da cidadania. Façamos nosso papel ser diário e deixar de ocorrer a cada dois anos.

Quando se contrata um funcionário para trabalhar em nossa casa ou empresa não estamos sempre de olho, acompanhando e fiscalizando o que faz e como ele trabalha? Por que faríamos diferente com os políticos, empregados nossos? Participemos, joinvilenses, pois só assim faremos Joinville voltar a ser a grande cidade de outrora.

20 de novembro de 2012

BAND Santa Catarina#comentarios557anchor#comentarios557anchor

BAND Santa Catarina#comentarios557anchor#comentarios557anchor

Essa máxima é recorrente em programas populescos de TV, em redes sociais e conversas de bar... mas, afinal, quem é o bandido?
É o ladrão de galinha que depois de puxar cadeia com bandido experiente é cooptado a cumprir missão pro PGC ou pro PCC? Ou bandido é o advogado, o policial, o porteiro que faz vista grossa ao vai e vem de informação e tecnologia no presídio? Seria o bandido a empresa de telefonia celular que consegue deixar todo mundo sem sinal, menos o povo da cadeia? Bandido é o consumidor da droga, da inofensiva maconha, da alegre cocaína? Não seria bandido, além do vendedor, o consumidor da pirataria? Bandido não é o cúmplice da lavagem de dinheiro que financia tudo isso?
Ou bandido é a lei, que alguns dizem ser branda, e por isso
provoca, sozinha e grudada em um papel, tudo isso que vemos cotidianamente? Já sei, bandido é responsável pela política penitenciaria! Ou, seria o bandido o eleitor que segue dando votos para quem não tem a menor competência para dar conta da coisa pública? Bandido é o cara que tem boca de jogo do bicho ou é quem joga no bicho, ou os dois? Quem é o bandido, afinal? É algum agente público, político, é o secretário de segurança, o secretario de cidadania? Não seria bandido alguém que está em algum cargo de responsabilidade, mas que não entende nada do assunto? Ou bandido mesmo é quem colocou o incompetente no cargo por conta de algum arranjo politiqueiro? Bandido não seria o chefe do executivo que não consegue utilizar corretamente nem o orçamento público, nem a força do estado? Ou bandido é o particular que sonega imposto?
Se somos todos inocentes, até que provem o contrario, quem é o responsável, afinal? Quem vai pagar a conta? A frase “bandido bom é bandido morto” é tão ignorante e sem nexo quanto à violência que vemos estes dias em Santa Catarina. Se a máxima “bandido bom é bandido morto” se tornar um imperativo todos os atos de bandidagem, sejam eles quais forem, deverão ter a mesma consequência. Não que isso seja ruim, mas apenas comprova a ignorância da frase, afinal, bandido é sempre o outro. O problema que estamos vivendo é um dos sintomas mais perversos da corrupção. Nunca a frase “o que você tem a ver com a corrupção” foi tão necessária. Estamos no fio da navalha, no limite e, consequentemente, na hora de fazer uma escolha: vamos, novamente, terceirizar a responsabilidade por tudo que ocorre ou vamos assumir o problema e lidar com ele em toda a sua extensão, sem emotivismo, fantasias ou infantilidade?

13 de novembro de 2012

CRESCE A PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO PLANEJAMENTO DO ORÇAMENTO PÚBLICO

CRESCE A PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO PLANEJAMENTO DO ORÇAMENTO PÚBLICO
III Fórum Interconselhos deverá ampliar e consolidar a participação social junto às escolhas estratégicas de governo
Brasília, 7/11/2012 - Começa hoje a primeira etapa do ‘III Fórum Interconselhos’, evento de promoção da participação social no planejamento do orçamento público. Representantes de 37 conselhos e do Fórum Nacional de Educação se reunirão até sexta-feira (9), quando o evento tem seu principal encontro, no Palácio do Planalto, com as participações da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e do ministro-chefe da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho.
Entre 2003 e 2011 foram criados no Brasil 19 conselhos nacionais e outros 16 foram reformulados. O resultado da aproximação entre sociedade e governo foi o crescimento do número de conferências nacionais de 41 – entre 1941 e 2002 – para 74 e do número de temas de 11 para 28.

Fotos: Luciano Ribeiro/Divulgação
O objetivo do encontro é apresentar e pactuar a proposta de monitoramento participativo do ‘Plano Mais Brasil’, o Plano Plurianual (PPA) 2012-2015. Pela primeira vez, um PPA federal incorpora como princípio a criação, ampliação e consolidação de espaços institucionais que permitam participação da sociedade civil nas decisões nacionais e na orientação das políticas públicas, compartilhando compromissos.
Segundo a secretária de Planejamento e Investimento do Ministério do Planejamento, Esther Bemerguy, a expectativa da pasta é que o evento consolide o fórum como uma instância de debate efetivo, qualificado, contínuo e institucionalizado sobre participação social e planejamento público. “Buscamos ampliar e consolidar a participação social junto às escolhas estratégicas de governo, como o PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. Pretendemos também melhorar e uniformizar as informações repassadas à sociedade civil organizada pelas representações de governo durante as conferências temáticas”.

AGENDA
Hoje e amanhã (8) os conselheiros eleitos em suas bases sociais participam do curso ‘Noções Básicas de Participação, Planejamento e Orçamento’. Para o fórum estão sendo levadas 131 propostas de participação pública na formulação do planejamento do orçamento federal.
Na sexta-feira pela manhã os ministros Miriam Belchior e Gilberto Carvalho participam da abertura do evento, no painel “Construir a agenda pública com a sociedade”. À tarde o debate tem como tema “O monitoramento participativo do PPA e o desenvolvimento do Brasil”, com participação da secretária de Planejamento e Investimento Estratégicos do Ministério do Planejamento, Esther Bemerguy; da secretária do Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Célia Corrêa; e do diretor de Participação Social da Secretaria-Geral da Presidência da república, Pedro Pontual.
PARTICIPANTES
Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT;
Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência;
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente;
Conselho Nacional dos Direitos do Idoso;
Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana;
Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais;
Comissão Nacional de Política Indigenista;
Conselho Nacional de Juventude;
Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial;
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher;
Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo
Conselho Curador do FGTS;
Conselho Nacional de Economia Solidária;
Conselho Nacional de Imigração;
Conselho Deliberativo do FAT;
Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil;
Conselho Nacional de Assistência Social;
Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil;
Conselho da Transparência Pública e Combate à Corrupção;
Conselho das Cidades;
Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária;
Conselho Nacional de Segurança Pública;
Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas;
Conselho Nacional de Política Energética;
Conselho Nacional do Meio Ambiente;
Conselho Nacional de Recursos Hídricos;
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social;
Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional;
Conselho Nacional de Previdência Social;
Conselho Nacional de Política Cultural;
Conselho Nacional de Saúde;
Conselho Nacional de Turismo;
Conselho Nacional do Esporte;
Conselho Nacional de Educação;
Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca;
Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia;
Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável;
Fórum Nacional de Educação.

Falta drenagem causa alagamento na Praça Joaquim Girardi

 
Parque da Praça Joaquim Girardi, Vila Nova Joinville/SC
A Praça Joaquim Girardi no bairro Vila Nova, inaugurada em 28/09/2012, apresenta problemas de drenagem, principalmente no campo de areia, mesmo sem um período de chuva no dia 03/11/2012 às 14h40min ainda continuava com alagamentos, impossibilitando o uso da mesma pela população.
A cada chuva fica tudo alagado. Mostrando a falta de drenagem, inclusive na Academia de Melhor Idade.

 

Como as crianças vão poder brincar no parque sem molhar os pés?

Parque da Praça Joaquim Girardi, Vila Nova, Joinville/SC
 
Isso é um campo de areia ou será campo de futebol aquático? Existe futebol aquático?
Campo de Areia, Praça Joaquim Girardi, Vila Nova, Joinville/SC
Pelo visto não vai dar para aproveitar todos os aparelhos da academia?
Adicionar legenda
 
Academia Melhor Idade, Praça Joquim Girardi, Vila Nova, Joinville/SC

 
 
Pois é, como pode uma praça que foi recentemete inaugurada apresentar essa falta de drenagem, sabendo que a cidade apresente um volume alto de chuvas?
 
 
 
Penso ser muito triste, porque quando tem sol e está em condições de uso sempre tem muitas pessoas e crianças nessa praça, que para o pessoal da região é um local de lazer.
 
Então, vamos ficar de olho do dinheiro público.
 
Já fiz uma reclamação dia 13/11/2012 na ouvidoria  do Município de Joinville: http://ouvidoria.joinville.sc.gov.br/ocorrencia/detalhe/cod_ocorrencia_internet/12871
 
Segue link da Ouvidoria para solicitações, elogios ou reclamações: http://prefeituradigital.joinville.sc.gov.br/
 
Giorgia Paula Paese

8 de novembro de 2012

Chuva Ácida: Udo acertou onde Carlito mais errou: o primeiro no...

Chuva Ácida: Udo acertou onde Carlito mais errou: o primeiro no...: POR CHARLES HENRIQUE VOOS As eleições chegaram ao fim, e após a vitória de Udo Dohler as atenções voltam-se para a composição de seu se...

Giorgia Paula Paese

TRIBUTO E DIREITO: Receita Federal quer que prefeituras cobrem Impost...

TRIBUTO E DIREITO: Receita Federal quer que prefeituras cobrem Impost...: Fonte: DCI – SP A Receita Federal está fechando um acordo com as prefeituras para transferir à administração municipal a tarefa de co...

Giorgia Paula Paese

TRIBUTO E DIREITO: Conselho julga ISS em operações bancárias

TRIBUTO E DIREITO: Conselho julga ISS em operações bancárias: Fonte: Valor Econômico Por Bárbara Mengardo | De São Paulo Em vigor desde 2004, a Lei Complementar nº 116, que ampliou a lista de s...

Giorgia Paula Paese

6 de novembro de 2012

Cidadão Brasileiro, faça a sua parte.

 
 
Hoje, 06 de novembro de 2012, acabei de assistir no Jornal Nacional grandes exemplos de cidadania, os americanos mesmo com a passagem do Furacão Sandy estão indo votar para presidente, em barracas, na poeira, enfrentando fila, um deles teve a casa inundada, mas foi votar; outra senhora até com bobys no cabelo foi votar, mesmo com um forte frio foram votar.
E no Brasil?
Se tiver sol o individuo vai à praia e justifica o voto. Se chover fica com preguiça de sair de casa e deixa para ir votar depois. Se coincidir com o feriadão, nem se fala, todos vão viajar.
E depois?
Depois reclamam dos políticos, da corrupção, que só tem ladrão, da alta carga tributária, mas se esforçar um pouco nem pensar.
Isso sem contar os que ainda vendem seu voto.
Cidadão Brasileiro, faça a sua parte, senão não vamos evoluir nunca.
 
Faça sua parte votando, denunciando a corrupção e a sonegação fiscal, peça nota fiscal, participe das decisões de seu bairro, de sua cidade, de seu estado e de seu país. Seja um fiscal do povo.
 
Giorgia Paula Paese

5 de novembro de 2012

Blog do Osman Lincoln: Ciser - “Novembro Azul"

Blog do Osman Lincoln: Ciser - “Novembro Azul": Depois do “Outubro Rosa”, vem aí o “Novembro Azul"   Ciser entra na campanha que agora foca nos  homens: é a vez de combater o câncer d...

Ciser entra na campanha que agora foca nos homens: é a vez de combater o câncer de próstata.



Uma série de atividades mobiliza a Ciser até o final de novembro, com a campanha “Novembro Azul”, que vai trabalhar a conscientização dos homens para a prevenção do câncer de próstata.



A campanha, que é realizada por todo o mundo, concentra-se no fato de que, em menos de trinta anos, a taxa de mortalidade por câncer de próstata aumentou 95% – é a segunda maior incidência de câncer entre os homens brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pele. Dados do Ministério da Saúde mostram que são cerca de 50 mil novos casos por ano – com mais de 12 mil mortes.­

Na empresa, a mobilização, que tem o apoio do Instituto Th. Isolde Odebrecht, vai trabalhar a prevenção por meio de várias ações. Da distribuição de fitinhas azuis na entrada dos turnos ao envio de mensagens educativas por e-mail, além de utilização das redes sociais e do site da empresa, cartazes, faixas e banners, todo o esforço estará voltado a incentivar os homens, especialmente os com mais de 40 anos, a fazer os exames preventivos.

O evento, que em 2013 entra para o calendário oficial do Grupo H. Carlos Schneider, terá seu ponto alto no dia 17, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. Antes ainda, no dia 14, haverá atividade relacionada à prevenção do diabetes. Ao longo deste período, a fachada da empresa vai receber iluminação especial em azul, para marcar a campanha.

2 de novembro de 2012

Oração aos Antepassados, da Seicho No Ie


Oração aos Antepassados, da Seicho No Ie
 
 
Dorico e Edite Paese, meus amados pais. Essa foto é de 1974 um época muito feliz em nossas vidas e eu só tinha dois aninhos. Saudades. Meus pais deram-me muito, mais muito amor.
 
A vocês, pioneiros queridos, que desbravaram parte do caminho por onde hoje trilho mais facilmente, a minha Gratidão!
Agradeço por cada ajuda, por cada vez que seguraram minhas mãos para que eu não tropeçasse nas pedras encontradas pelo caminho, por cada vez que me ampararam para que eu não caísse nem desanimasse e não esmorecesse jamais, sem perder o rumo certo, a Fé, a Coragem e a Esperança.
Agradeço do fundo do meu coração por estarem junto a mim, me protegendo e me amparando, com zelo e cuidado.
Agradeço por seguirem comigo, mesmo que em outra dimensão, que eu não possa alcançar ou ver.
Gratidão papai e mamãe!
Gratidão vovô, vovó, bisavô, bisavó, tio-avô, tia-avó, e todos aqueles que eu não tive o prazer de conhecer.
Gratidão meus tios, tias, primos e primas, que também já se foram.
E a vocês, (diga o nome dos pais), minha gratidão especial.
A todos, do fundo do meu coração, eterna gratidão!
Meu abraço saudoso e carinhoso de Bom Dia!
(ou Boa Tarde ou Boa Noite, conforme for o caso)
 
Giorgia Paula Paese

1 de novembro de 2012

Chuva Ácida: Udo Dohler vai dar um murro na mesa?

Chuva Ácida: Udo Dohler vai dar um murro na mesa?: POR JOSÉ ANTÓNIO BAÇO A frase é muito repetida em política: a vitória tem muitos pais, a derrota é sempre órfã. E parece qu...

Udo Dohler vai dar um murro na mesa?


POR JOSÉ ANTÓNIO BAÇO
A frase é muito repetida em política: a vitória tem muitos pais, a derrota é sempre órfã. E parece que no caso da vitória de Udo Dohler a paternidade anda bastante dividida. Há uma óbvia vitória pessoal do candidato. Mas também tem gente a falar na vitória de Luiz Henrique. Outros reivindicam uma vitória do PMDB. E os opositores, claro, apontam uma vitória das oligarquias. Tem para todos os gostos.

Esse vício de contar armas é coisa da velha política de Joinville. Quem ganhou, quem perdeu, quem vai ficar com o butim. O problema é que quase ninguém discutiu o essencial: em democracia a vitória só pode ser do eleitor. Udo Dohler conquistou o mandato, mas o mandante é o cidadão joinvilense. O futuro prefeito terá que responder ao cidadão e, ao mesmo tempo, definir o papel que quer ter na história da cidade.

Dito isto, não restam dúvidas de que a primeira decisão do prefeito eleito terá que ser uma escolha de base: optar por um projeto de governo ou por um projeto de poder. E é aí que o bacorinho torce o rabo. Todos sabemos que Udo Dohler entrou para o quadro eleitoral nas vestes de gestor de empresas. Mas as relações políticas estabelecidas nesse processo obviamente vão deixá-lo refém de interesses partidários.

Há coisas que nunca mudaram ao longo de décadas: para os partidos da velha política joinvilense, a conquista do poder nada mais é do que o assalto ao aparelho da administração pública (vide cargos e posições). E é evidente que o PMDB e demais aliados vão atuar no sentido de empurrar Udo Dohler para um projeto de poder. Porque é disso que os partidos sobrevivem.

Mas há o reverso da medalha. O que o cidadão espera do novo prefeito? Ora, que ele trabalhe para resolver os problemas da cidade e não os problemas dos partidos. Tem muita gente a se indagar se Udo Dohler terá pulso suficiente para dar um murro na mesa e dizer que é ele quem manda. Ou seja, fazer uma opção clara por um projeto de governo (o que, claro, não exclui os partidos aliados). Mas é isso que os joinvilenses esperam.

E uma coisa é certa. Um percentual bastante expressivo dos eleitores de Udo Dohler espera um governo profissionalizado, com pouca politicagem. Mas a relação com os partidos aliados – e não vamos esquecer também a necessidade de negociar com a Câmara de Vereadores – vai exigir concessões. E de concessão em concessão, o prefeito corre o risco de fazer uma administração que, no final, acabe parecendo mais do mesmo.

Eis as opções: dar o murro na mesa e fazer um governo com pouca politicagem ou se deixar devorar pela voracidade dos partidos políticos. Esse é o primeiro e talvez principal dossier sobre a mesa de Udo Dohler.

P.S.1.: Sobre as eleições. Luiz Henrique da Silveira deve ter dado boas gargalhadas no segundo turno. Aposto que nem ele sabia que era tão poderoso quanto os seus opositores pintaram. A oposição tanto insistiu no seu nome que o tiro saiu pela culatra: retiraram o senador do seu ocaso e recriaram o mito de raposa política.

P.S.2.: Para quem estiver interessando na discussão do tema Udo Dohler-PMDB, recomendo a leitura deste texto escrito em janeiro. Reli e parece que continua valendo.