"Ser cidadão é participar da vida em comunidade, defendendo a inclusão social e a acessibilidade com ética, igualdade, justiça social, solidariedade e transparência."
27 de setembro de 2011
RUDÁ RICCI: I Seminário Nacional de Participação Social
RUDÁ RICCI: I Seminário Nacional de Participação Social: A SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social, realiza, no período de 26 a 28 de o...
23 de agosto de 2011
Escola Bernardo Tank promove palestra e homenagem aos pais
Escola Bernardo Tank promove palestra e homenagem aos pais
Na noite do dia 08 de agosto a comunidade escolar se reuniu para homenagear OS PAPAIS. Sob a coordenação dos professores regentes cada turma fez uma apresentação ( cantos, teatro e desfile de modas com o tema: "O Estilo do Meu Pai"). Na oportunidade, todos conheceram um pouco mais o Projeto de Educação Fiscal (desenvolvido na escola com o 3º ano B- professora Rosiclei; em parceria com a Secretaria Municipal da Fazenda), onde os fiscais de tributos da secretaria, Gilson e Georgia expuseram a importância da arrecadação dos impostos,onde devem ser aplicados, bem como a fiscalização de sua aplicação. Após a palestra e a homenagem aos pais foi servida uma deliciosa galinha caipira preparada pelas nossas merendeiras D. Dorli e Thaís e pelo senhor Jorge Moom a com polenta preparada pelo senhor Tontini. Simplesmente saboroso! Uma noite inesquecível!!! Confira no link abaixo as fotos do evento. (Fonte: Blog da Escola Bernardo Tank)
http://www.slide.com/r/EkB8TJRd6T8Ygi2e9OAxniEriWuL8SKk?previous_view=lt_embedded_url
Na noite do dia 08 de agosto a comunidade escolar se reuniu para homenagear OS PAPAIS. Sob a coordenação dos professores regentes cada turma fez uma apresentação ( cantos, teatro e desfile de modas com o tema: "O Estilo do Meu Pai"). Na oportunidade, todos conheceram um pouco mais o Projeto de Educação Fiscal (desenvolvido na escola com o 3º ano B- professora Rosiclei; em parceria com a Secretaria Municipal da Fazenda), onde os fiscais de tributos da secretaria, Gilson e Georgia expuseram a importância da arrecadação dos impostos,onde devem ser aplicados, bem como a fiscalização de sua aplicação. Após a palestra e a homenagem aos pais foi servida uma deliciosa galinha caipira preparada pelas nossas merendeiras D. Dorli e Thaís e pelo senhor Jorge Moom a com polenta preparada pelo senhor Tontini. Simplesmente saboroso! Uma noite inesquecível!!! Confira no link abaixo as fotos do evento. (Fonte: Blog da Escola Bernardo Tank)
http://www.slide.com/r/EkB8TJRd6T8Ygi2e9OAxniEriWuL8SKk?previous_view=lt_embedded_url
29 de julho de 2011
DEMAIS - Delegacia de Combate aos Maiores Sonegadores
DEMAIS - Delegacia de Combate aos Maiores Sonegadores
Tendo em vista o elevado grau de concentração da renda e o caráter regressivo da carga tributária, criou-se um falso consenso que se faria justiça fiscal combatendo à evasão dos detentores de maior nível de renda e patrimônio através do acompanhamento sistemático dos grandes contribuintes.
Se as informações de tal acompanhamento fossem comparadas às relativas a empresas do mesmo porte e setor para servir de indício da falta de correspondência entre o nível de atividade setorial e a arrecadação registrada e subsidiar o trabalho da seleção e preparo do procedimento fiscal, vá lá.
Mas o tal programa leva em conta tão-somente a manutenção da arrecadação e centra o foco nos contribuintes e não nos sonegadores. Ou seja, há o pecado original de selecionarmos para o acompanhamento aqueles que tem, de uma forma ou de outra, contribuído em detrimento dos que pouco recolhem ou, pior, daqueles que jamais recolheram.
Ao invés de subsidiar um programa de fiscalização inteligente e eficaz que aumentaria o risco para os grandes sonegadores, tal acompanhamento visa tão-somente manter os grandes contribuintes sob uma pseudo-pressão.
Recorrendo às sábias palavras de Kaldor: “um sistema fiscal ineficiente será sempre preferido por todos aqueles a quem um sistema adequado e eficiente possa afetar”.
O resgate do respeito e da credibilidade da Receita Federal perante a sociedade passa pela demonstração de que aqueles que detêm maior influência possam ser fiscalizados, ou seja, que ninguém é intocável.
Fonte: http://sindifiscooposicao.blogspot.com/2011/07/demais-delegacia-de-combate-aos-maiores.html
Pois é, os maiores contribuintes na maioria das vezes são os que estão recolhendo devidamente os tributos. Os menores muitas vezes são os que sonegam, ou até mesmo nada recolhem, incluído aí as ME e as que estão cadastradas nos Simples, que muitas vezes manipulam os resultados para continuar tendo benefícios.
Não que o maior arrecadador não sonegue , mas que tem muita receita indo pelo ralo, por não haver acompanhamento de certos "pequenos" contribuintes tem... Assim como controle da NF-e é muito bom para cobrar o que o próprio contribuinte informou ("auto-lançou") mas não recolheu, e aqueles que não emitem Notas Fiscais será que não estão sonegando também?
Por que vemos "pequenos" empresários ostentando um alto poder aquisitivo?
E os Grandes Contribuintes são continuamente monitorados (com razão é claro), mas não deveria ser dado a devida atenção também aos "pequenos" e aos "sem movimento"?
Só para refletir.
Tendo em vista o elevado grau de concentração da renda e o caráter regressivo da carga tributária, criou-se um falso consenso que se faria justiça fiscal combatendo à evasão dos detentores de maior nível de renda e patrimônio através do acompanhamento sistemático dos grandes contribuintes.
Se as informações de tal acompanhamento fossem comparadas às relativas a empresas do mesmo porte e setor para servir de indício da falta de correspondência entre o nível de atividade setorial e a arrecadação registrada e subsidiar o trabalho da seleção e preparo do procedimento fiscal, vá lá.
Mas o tal programa leva em conta tão-somente a manutenção da arrecadação e centra o foco nos contribuintes e não nos sonegadores. Ou seja, há o pecado original de selecionarmos para o acompanhamento aqueles que tem, de uma forma ou de outra, contribuído em detrimento dos que pouco recolhem ou, pior, daqueles que jamais recolheram.
Ao invés de subsidiar um programa de fiscalização inteligente e eficaz que aumentaria o risco para os grandes sonegadores, tal acompanhamento visa tão-somente manter os grandes contribuintes sob uma pseudo-pressão.
Recorrendo às sábias palavras de Kaldor: “um sistema fiscal ineficiente será sempre preferido por todos aqueles a quem um sistema adequado e eficiente possa afetar”.
O resgate do respeito e da credibilidade da Receita Federal perante a sociedade passa pela demonstração de que aqueles que detêm maior influência possam ser fiscalizados, ou seja, que ninguém é intocável.
Fonte: http://sindifiscooposicao.blogspot.com/2011/07/demais-delegacia-de-combate-aos-maiores.html
Pois é, os maiores contribuintes na maioria das vezes são os que estão recolhendo devidamente os tributos. Os menores muitas vezes são os que sonegam, ou até mesmo nada recolhem, incluído aí as ME e as que estão cadastradas nos Simples, que muitas vezes manipulam os resultados para continuar tendo benefícios.
Não que o maior arrecadador não sonegue , mas que tem muita receita indo pelo ralo, por não haver acompanhamento de certos "pequenos" contribuintes tem... Assim como controle da NF-e é muito bom para cobrar o que o próprio contribuinte informou ("auto-lançou") mas não recolheu, e aqueles que não emitem Notas Fiscais será que não estão sonegando também?
Por que vemos "pequenos" empresários ostentando um alto poder aquisitivo?
E os Grandes Contribuintes são continuamente monitorados (com razão é claro), mas não deveria ser dado a devida atenção também aos "pequenos" e aos "sem movimento"?
Só para refletir.
14 de julho de 2011
Observatorio Social
http://wp.clicrbs.com.br/comentariosdejoinville/?topo=84,2,18,,,84
Observatorio Social
Observatorio Social
13 de julho de 2011 Categorias: Joinville, economia, gestão, politica, prefeitura
Observatório Social
A iniciativa de constituir o Observatório Social lembra outra, também vencedora que constituiu a AMARIBO liderada, entre outros, por Antoninho Marmo Trevisan para defender a sua Ribeirão Bonito. A disposição da sociedade para contribuir com o seu conhecimento e experiência para reduzir o gasto publico, melhorar a transparência das compras publicas e reduzir o desperdício. O mérito do Observatório Social é de todos os que decidiram se somar a iniciativa, mesmo chamando a atenção ausências significativas, a força vem do compromisso e da credibilidade das instituições que o idealizaram e dão suporte.
O bom senso e a pratica mostram que quanto mais a sociedade se envolva e acompanhe a gestão publica, melhor será o resultado. Lembro nas reuniões do Orçamento Participativo as valiosas contribuições de uma delegada, calejada na luta das APPs (Associações de Pais e Professores) que não entendia porque o saco de cimento, a tinta, os pregos, as torneiras ou os tijolos que a prefeitura comprava através de licitação custavam mais, as vezes muito mais, que o que ela pagava na mesma loja de material de construção.
Acompanhar as licitações é um inicio, os passos seguintes devem ser fiscalizar efetivamente a qualidade dos materiais, o exato cumprimento das especificações técnicas e dos quantitativos orçados. Quanto maior a transparência da administração municipal, menores as surpresas que teremos com o resultado das obras publicas. Por citar um caso recente, alguns munícipes, com razão, estão surpreendidos pela qualidade da cerca colocada no projeto do “Novo Paisagismo da Avda. JK”, a falta de informações precisas e inclusive a ausência de um projeto que fosse apresentado e discutido com a sociedade, fez com que em quanto, alguns imaginavam grades, flores e um verdadeiro jardim do éden, outros já se davam por satisfeitos com bem menos.
As diferenças de percepção e de expectativas podem ser minimizadas com a divulgação e publicidade transparente das obras, dos projetos e dos valores, a apresentação das propostas com a sociedade a quem os serviços públicos devem servir é o melhor caminho para obter o apoio de todos. Sem cair no erro infantil de confundir divulgação com propaganda, que alias, não tem faltado, e que leva as mais das vezes a esperar mais do que recebemos.
O Observatório Social é uma boa proposta que merece ser apoiada, desde já me coloco a disposição para colaborar com a iniciativa e peço o engajamento de todos.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/comentariosdejoinville/?topo=84,2,18,,,84
Observatorio Social
Observatorio Social
13 de julho de 2011 Categorias: Joinville, economia, gestão, politica, prefeitura
Observatório Social
A iniciativa de constituir o Observatório Social lembra outra, também vencedora que constituiu a AMARIBO liderada, entre outros, por Antoninho Marmo Trevisan para defender a sua Ribeirão Bonito. A disposição da sociedade para contribuir com o seu conhecimento e experiência para reduzir o gasto publico, melhorar a transparência das compras publicas e reduzir o desperdício. O mérito do Observatório Social é de todos os que decidiram se somar a iniciativa, mesmo chamando a atenção ausências significativas, a força vem do compromisso e da credibilidade das instituições que o idealizaram e dão suporte.
O bom senso e a pratica mostram que quanto mais a sociedade se envolva e acompanhe a gestão publica, melhor será o resultado. Lembro nas reuniões do Orçamento Participativo as valiosas contribuições de uma delegada, calejada na luta das APPs (Associações de Pais e Professores) que não entendia porque o saco de cimento, a tinta, os pregos, as torneiras ou os tijolos que a prefeitura comprava através de licitação custavam mais, as vezes muito mais, que o que ela pagava na mesma loja de material de construção.
Acompanhar as licitações é um inicio, os passos seguintes devem ser fiscalizar efetivamente a qualidade dos materiais, o exato cumprimento das especificações técnicas e dos quantitativos orçados. Quanto maior a transparência da administração municipal, menores as surpresas que teremos com o resultado das obras publicas. Por citar um caso recente, alguns munícipes, com razão, estão surpreendidos pela qualidade da cerca colocada no projeto do “Novo Paisagismo da Avda. JK”, a falta de informações precisas e inclusive a ausência de um projeto que fosse apresentado e discutido com a sociedade, fez com que em quanto, alguns imaginavam grades, flores e um verdadeiro jardim do éden, outros já se davam por satisfeitos com bem menos.
As diferenças de percepção e de expectativas podem ser minimizadas com a divulgação e publicidade transparente das obras, dos projetos e dos valores, a apresentação das propostas com a sociedade a quem os serviços públicos devem servir é o melhor caminho para obter o apoio de todos. Sem cair no erro infantil de confundir divulgação com propaganda, que alias, não tem faltado, e que leva as mais das vezes a esperar mais do que recebemos.
O Observatório Social é uma boa proposta que merece ser apoiada, desde já me coloco a disposição para colaborar com a iniciativa e peço o engajamento de todos.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/comentariosdejoinville/?topo=84,2,18,,,84
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